Por conta disto, desde que a nova gestão do SINDSERM assumiu, um grupo de pedagogas e pedagogos da "rede" vem reunindo-se na sede do sindicato para discutir o tema e tirar propostas e sugestões para a solução do impasse. Nestas reuniões, alguns pedagogos relatam que tiveram seus pedidos de aposentadoria indeferidos e que, em alguns casos, até o direito constitucional à licença maternidade está sendo questionado.
Na mesma reunião foram Os encaminhamentos propostos apontaram para a articulação das duas frentes de luta: via jurídica e a via política de mobilização da categoria. Seguido das seguintes ações:
1. Conseguir documento da PMT que ateste sua posição;
2. Marcar audiência pública com Secretário, o Jurídico da SEMEC, Pedagogas (os) e SINDSERM;
3. Organizar duas comissões, uma jurídica e outra para estudo da lei, de estatutos e articulação com outros sindicatos;
4. Participar da reunião de Diretoria do SINDSERM em 19.02.2011 – 9h, na sede do sindicato: Lúcia, Dilzamar e Raimundinha;
5. Encaminhar para todas as escolas um Parecer Jurídico do SINDSERM a respeito deste Acordão do STF;
6.Realizar um Seminário de Pedagogas (os) entre final de março e abril
7. Promover a campanha de valorização do Pedagogo;
8. Articular uma Frente nacional de mobilização junto aos parlamentares federais;
9.Mobilizar Centros Acadêmicos e Estudantes de Pedagogia;
10. Ver questão do embargo (em Santa Catarina houve a tentativa , mas o parecer foi indeferido);
11. Dialogar com o Procurador do Municipio;
12. Fazer uma ampla denúncia do desrespeito aos Direitos da Mulher (sobre a licença maternidade) junto as entidades feministas de classe, Organização Internacional do Trabalho, a OAB e demais espaços;
13. Manter a categoria informada e mobilizada. Ampliar o números de Pedagogos(as) nas reuniões repassando informes e colhendo sugestões.
PRÓXIMA REUNIÃO: SERÁ DEFINIDA DIA 19.02.2011
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