HORÁRIO PEDAGÓGICO PODE SER REALIZADO FORA DA ESCOLA As ações de assédio moral e desrespeito aos trabalhadores da educação do município de Teresina estão cada vez mais freqüentes e em total desacordo com os posicionamentos oficiais do MEC. É comum encontrar nos murais das salas de professores das unidades escolares municipais um aviso informando que o “Horário Pedagógico deverá ser cumprido na e scola”, entretanto as escolas municipais não oferecem estrutura adequada para o devido aproveitamento do tempo fora de sala de aula, destinado para a elaboração de aulas, atividades, avaliações e formação continuada dos professores, como preconizam o MEC através da Lei Nº 11.738/08 e o parecer CNE/MEC Nº 018/2012, no tópico ”O trabalho do professor, a construção do projeto político-pedagógico e a gestão escolar”, que trata o seguinte (pág. 14): Destaquemos, aqui, a necessidade da garantia de condições de trabalho para o professor, como fator necessário para assegurar a qualidade do ensino. De u...
Sindicato das(os) Servidoras(es) Públicas(os) Municipais de Teresina. Gestão "Só a Luta Muda a Vida 2023/2026" (construindo coletivo Travessia). Telefone geral: 3221-3165 E-mail (comunicação): ascomsindserm@gmail.com | E-mail (direção): sindsermthe17@gmail.com
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ResponderExcluirSINDSERM - THE SINDICALISMO É PELEGAGEM
ResponderExcluirApós cinquenta e quatro dias de greve do SINDSERM - THE alguns líderes do comando de greve, resolveram por em votação a recuada da greve iniciada no último dia 18 de fevereiro de 2013 e, segundo eles, após várias tentativas de negociar com a MISÉRIA DO PREFEITO DE TERESINA FIRMINO FILHO e mediante o silêncio dele em resolver a greve, a ALA do PSTU infiltrada no nosso sindicato resolveu, por questão de “estratégia” recuar e desistir do movimento, alegando a fragilização dos servidores da educação municipal, ISSO É ARGUMENTO? Nem parece que esses pelegos são de um “partidinho” medíocre e marxista que pregam a radicalização dos movimentos sociais, a greve nunca fez e, nem nunca vai fazer sentido, se diante dos sindicatos estiverem pessoas comprometidas com picuinhas partidárias.
Se já somos fragilizados, por natureza, a greve deve continuar, até a gente receber o que de fato é nosso. Mas essas decisões de líderes sindicalistas já se tornaram comum, sempre que uma greve surge, a uma contraposta de bastidores, e é isso que parece que aconteceu com o nosso SINDSERM, desde tempos históricos que os “partidinhos” usam as classes trabalhadoras como pilotam de frente para garantir suas regalias conquistadas dentro do sistema. A greve não faz sentido quando se tem um prefeito e um sindicato miserável. A greve não deve continuar se ela for partidária, ele deve ser um esforço de classe e, devem partir da aclamação dos seus maiores representantes os trabalhadores e trabalhadoras.