Ocorreu em Brasília DF no último dia 30 de janeiro de 2015 a Reunião do Espaço de Unidade de Ação, o ponto central do encontro foi à avaliação do cenário político e econômico e a definição de eixos de atuação conjunta no enfrentamento às políticas patronais e dos governos federal, estaduais e MUNICIPAIS que incidem sobre os direitos da classe trabalhadora.
Concretamente o encontro sinalizou a emergente necessidade de continuarmos e fortalecermos a luta:
Concretamente o encontro sinalizou a emergente necessidade de continuarmos e fortalecermos a luta:
1 - Em defesa do emprego sem qualquer forma de flexibilização, pela estabilidade dos trabalhadores, redução da jornada de trabalho sem redução salarial, proibição da remessa de lucros das multinacionais para o exterior e estatização das empresas que demitirem, tendo como o mote a consigna: DEMITIU PAROU.
2 - Pela revogação das MPs 664 e 665 em total oposição a qualquer reforma que retire direitos dos trabalhadores, na perspectiva do entendimento de que “não vamos pagar a conta da crise” como, por exemplo, a crise da água, a energética, o aumento das tarifas dos transportes públicos o que nos permite nesse sentido uma ampla unidade com vários setores populares.
3 -Em defesa dos serviços públicos, contra os cortes no orçamento, defesa dos direitos dos servidores, contra as políticas de ajustes fiscal, juros,aumento de impostos e etc.
4 - Contra a criminalização dos movimentos sociais, dos ativistas, da população pobre e negra da periferia que vive um verdadeiro genocídio. Pela revogação da demissão de dirigentes, libertação dos presos e fim dos inquéritos.
5 - Defesa da Petrobrás 100%z estatal, pela volta do monopólio, apuração e punição de todos os envolvidos em corrupção.
Todos esses eixos buscam dialogar com as entidades que compõe o Espaço de Unidade de Ação, no entanto devem ser precisados conjunturalmente considerando cada local e ter um corte de gênero, raça, etnia, e de defesa de direitos, numa perspectiva de salário igual para trabalho igual! E contra toda forma de opressão dizendo não ao racismo, ao machismo, a homofobia e a xenofobia.
A reunião também propôs nortear através das centrais a convocação de um dia de greves e manifestações por mês até a revogação das medidas do governo que ataca os direitos, considerando que a tramitação dessas medidas provisórias deve durar 60 dias; o apoio irrestrito aos processos de luta em curso e a permanente divulgação de todas essas iniciativas com vistas a dar o sentido de unicidade a todas essas iniciativas.
Uma nova e mais ampliada reunião deverá acontecer no início do mês de março para reavaliar os desdobramentos e concretizar um plano de ações unificado.
Esteve presente nessa reunião a Diretora de Comunicação e Imprensa do SINDSERM TERESINA, Mara Roberta representando o sindicato na perspectiva de engajamento e fortalecimento das políticas e discussões desenvolvidas pela CSP CONLUTAS voltadas para a organização da luta, manutenção e conquista de direitos da classe trabalhadora.
SINDSERM TERESINA: GESTÃO BASE EM AÇÃO AVANÇAR COM LUTAS.
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