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Seminário sobre Escolas e CMEIs de Tempo Integral foi realizado pelo SINDSERM nos dias 05 e 06 de janeiro

O Seminário sobre Escolas e CMEIs de Tempo Integral teve início no dia 5 de janeiro. Na mesa de abertura, aconteceu a saudação de representantes de entidades da classe trabalhadora com relatos da realidade local.

Lina Santana, da ADCESP, fez o informe da greve dos docentes da UESPI, da luta pela valorização da categoria e contra a destruição da educação pública superior no Estado. Representando a CSP-Conlutas (Piauí), Gervásio Santos, destacou o papel dos sindicatos na luta pela educação pública, gratuita e de qualidade desde o ensino básico.

As palestras da primeira manhã trataram dos temas: Conjuntura Nacional e Internacional, com Gibran Jordão (RJ); Conjuntura da Educação, PNE e Perspectivas, com Gilberto Souza (SP).

As exposições apontam para a luta pela construção conjunta de elementos para uma verdadeira educação integral, contra a precarização do trabalho e da formação educacional, destacando o papel dos sindicatos na defesa dos profissionais e do direito à educação de qualidade para crianças e adolescentes da classe trabalhadora.

Contextualização histórica e diagnóstico da realidade, com o professor Sinésio Soares (SINDSERM), e Escolas de tempo integral ou Educação integral, com o professor Francisco Williams Gonçalves (UFPI), foram os temas que nortearam as discussões na tarde do primeiro dia no Seminário sobre Escolas e CMEIs de Tempo Integral.

Durante as exposições, foram feitos relatos de casos existentes na história de Teresina, bem como o compartilhamento de estudos, reflexões teóricas e análises de quais as proposições práticas podem resultar a partir dos conhecimentos compartilhados no evento.

O primeiro dia foi encerrado com o acúmulo das palestras que deram subsídio para os trabalhos nos grupos divididos em seis eixos temáticos. Após as discussões, a plenária encaminhou o processo que pretende fomentar a conscientização sobre a importância da concepção e prática da Educação Integral, bem como o impacto positivo que esse modelo pode ter na formação integral de estudantes e outros indivíduos envolvidos no processo educativo. Serão estes os subsídios para o plano de lutas com reivindicações no sentido de fortalecer a garantia da implementação da proposta construída coletivamente que será encaminhada às instâncias deliberativas.









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