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Mostrando postagens de 2019

Nossa agenda da semana

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A luta para barrar a Reforma da Previdência só começou!

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Foi esse o sentimento após o ato convocado pelas centrais sindicais em todo o país e organizado, em Teresina, pelo Fórum Pelos Direitos e Liberdades Democráticas do Piauí neste dia 22 de março. A manifestação teve início em frente ao prédio do Instituto Nacional do Seguro Nacional (INSS) e percorreu ruas do centro comercial com a presença de entidades sindicais, movimentos sociais, estudantes e trabalhadoras(es) de diversas categorias que não aceitam a Reforma Guedes/Bolsonaro. A proposta segue sendo rechaçada pela classe trabalhadora. A mobilização desta sexta-feira foi preparada desde o 8 de março, quando as mulheres ocuparam as ruas do Brasil contra o machismo e as opressões reforçadas por Bolsonaro e seus ministros. A unidade foi fundamental para fortalecer a luta contra a reforma que promete seguir firme e com atos públicos ainda maiores e anuncio de uma Greve Geral das(os) trabalhadoras(es). A Reforma é um ataque brutal e mostra a opção do governo e da classe empresarial em ben…

Agenda SINDSERM

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Amanhã teremos um dia importante para a luta Contra a Reforma da Previdência. Nossa agenda já inclui também o Seminário: "Sistema da Dívida Pública e Reforma da Previdência" nesta quinta-feira (21). Participe e vamos defender a nossa aposentadoria!


Seminário Mulheres Vivas e na Luta - zona leste

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Março Lilás: reunião da Coordenação de Lutas de Aposentadas(os) com roda de conversa

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Mulheres dão o tom das lutas em todo país em um 8 de março histórico

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A Greve Internacional de Mulheres, que já virou um marco no 8 de março, tomou as ruas do Brasil e não foi diferente em Teresina. Mulheres do campo e da cidade, e diversos trabalhadores e estudantes, estiveram em um forte ato que denunciou a violência machista, as opressões de governos e patrões e disse um sonos “não à Reforma da Previdência”.

Confira os registros:




















Mulheres Vivas e na Luta!

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Neste 8 de março, a nossa voz está unida às de milhões de outras mulheres pelo mundo todo que querem viver e lutar. São mulheres de diversas idades, cores, cabelos e estéticas, origens étnicas, identidades culturais e de gênero, das mais variadas profissões e até mesmo as que enfrentam o desemprego. São as mães, as que não o são, as filhas, as companheiras. Mulheres que enfrentam os mais diversos tipos de violência e silenciamento.  Queremos juntas mudar os rumos da história e, por isso, nos somamos, enfim, com as vozes das mulheres trabalhadoras que são a força motriz do que é produzido em escala mundial. Através dessas forças e vozes, saudamos as mulheres da nossa categoria neste Dia Internacional das Mulheres Trabalhadoras e dia de Greve Internacional de Mulheres. Confira no vídeo a apresentação de estudantes do curso de Pedagogia da UESPI (Teresina) na Assembleia Geral do SINDSERM neste 8 de março. Adaptação com base no poema de Victoria Santa Cruz, "Gritaram-me negra".…

Trabalho não pode causar dor: 28 de fevereiro é Dia Mundial de Combate a LER/DORT

Trabalho não pode causar dor! Dia 28 de fevereiro é marcado por uma importante data aos trabalhadores. É o Dia Mundial de Combate a LER/DORT (Lesões por Esforço Repetitivo ou Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho).
Essas são as doenças causadas no ambiente de trabalho, fruto da falta de condições adequadas, falta de orientação por parte das empresas e pela ambição de lucros dos patrões. São as chamadas doenças ocupacionais que atingem músculos, tendões, nervos (dedos, mão, antebraços, braços e pescoço).
Os patrões falam muito em aumento de produtividade, mas fecham os olhos à falta de condições de trabalho que requerem força física, posições inadequadas e esforços repetitivos.
Assim, é necessário que se faça a AET (Avaliação Ergonômica do Trabalho) para a implantação de medidas preventivas. 
As empresas a cada dia produzem o aumento de lesionados, que também perdem garantia de emprego. Na reestruturação das montadoras, por exemplo, estão sendo esses os trabalhadores os prime…

Reunião pretende definir calendário de lutas contra a Reforma da Previdência em Teresina

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Greve Internacional das Mulheres com Assembleia Geral da categoria

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Dia 8 de março será um dia de lutas e greve no qual as mulheres trabalhadoras e todo o conjunto da classe estarão nas ruas contra todas as formas de opressão e também contra a Reforma da Previdência que pretende atacar principalmente as mulheres.


Reforma da Previdência é bomba para os trabalhadores – veja as propostas

65 anos para idade mínima (homens) e 62 (mulheres)
Bolsonaro quer 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, com 20 anos de contribuição. Não haverá mais aposentadoria somente por tempo de contribuição. Hoje na aposentadoria por idade, é possível se aposentar aos 60 anos (mulheres) ou 65 anos (homens), com 15 anos de contribuição. Na aposentadoria por tempo de contribuição não há idade mínima. Para pedir o benefício nessa categoria, é preciso ter 30 anos de contribuição, no caso das mulheres, e 35 anos, no caso dos homens. É possível se aposentar também pela fórmula 86/96.
Regra de cálculo da aposentadoria
O cálculo considera 60% das contribuições, mais 2% a cada ano de contribuição que exceder 20 anos. Para receber 100%, é preciso contribuir por 40 anos.
Valor mínimo das aposentadorias
Aposentadorias continuam vinculadas ao salário mínimo, ou seja, não podem ser inferiores ao piso nacional, mas esta regra não valerá para o BPC (benefício de prestação continuada).
Regra de transição
Na…

Trabalhadoras(es) vão às ruas dizer não à Reforma da Previdência

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Após uma convocação nacional das centrais sindicais para realização nos estados da Assembleia Geral da Classe Trabalhadora, em Teresina, as entidades estiveram junto com membros do movimento popular, estudantes, representantes de movimentos sociais, incluindo também sindicatos de outras cidades do interior, para colocar nas ruas os porquês da contrariedade à Reforma da Previdência. O projeto foi apresentado pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) nesta quarta-feira (20), diante de uma série de manifestações contrárias e apontando o massacre que se apresenta para a classe trabalhadora, destruindo a previdência pública e o direito à aposentadoria.
O movimento aprovou a criação de um Fórum de entidades, a exemplo do ocorrido em São Paulo (SP), para lutar por direitos e pelas liberdades democráticas que estão sendo atacadas pelos governos e patrões. Ao final da Assembleia, várias(os) trabalhadoras(es) decidiram fazer uma passeata até o Palácio de Karnak, sede do Governo de W. Dias …