EM DEFESA DO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE NA PMT

Firmino Filho (PSDB) ataca o direito da classe trabalhadora, e precariza os serviços.
Os servidores dos Centros de Atenção Pisicossocial – CAPS foram surpreendidos no início de setembro com a ameaça do corte do adicional de insalubridade, como vem ocorrendo com os Auxiliares Administrativos e Operacionais desde o início da gestão de Firmino Filho (PSDB), entretanto a resposta dos trabalhadores foi a sua organização para defender seu direito e, junto com o SINDSERM, deflagraram paralisação de advertência por 48 horas, nos dias 17 e 18 de setembro para cobrar agestão municipal.

Devido a mobilização dos trabalhadores dos CAPS, ontem (17), representantes da Fundação Municipal de Saúde - FMS receberam uma comissão de servidores e diretores do SINDSERM para discutir a situação, entretanto o presidente da FMS, Luciano Nunes (PSDB), mais uma vez não estava presente e quem recebeu a categoria foi o Diretor de Ações Assistenciais e o Diretor do Recursos Humanos.

Na reunião não foi apresentando nenhuma proposta concreta e os gestores da FMS alegaram que todas as decisões dependem do presidente Luciano Nunes. Foi apenas informado que a prefeitura está realizando um novo estudo sobre a insalubridade e que a definição sobre corte do adicional só será tomada após esse estudo.


Em 2014 a PMT já havia realizado um estudo semelhante, que nunca foi apresentado à categoria, mesmo com três ofícios enviados pelo sindicato solicitando cópias do referido estudo. A gestão pediu um prazo até segunda feira para apresentar o estudo e também agendar uma reunião com o presidente da FMS.

Para a presidente do SINDSERM, Letícia Campos, é notória a precariedade e risco de adoecimento e agressão aos profissionais nos CAPS, conforme a Norma Reguladora Nº 15 do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE que regulamenta o pagamento de adicional de insalubridade.

“Não podemos mais aceitar esses tipo de ação e cortes de direitos dos trabalhadores. Essa é uma prática das gestões do PSDB e nós trabalhadores vamos continuar organizados em defesa dos nossos direitos”, afirma Letícia.

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