Atendendo chamado do SINDSERM, trabalhadores da educação realizam primeira assembleia do ano

No início da manhã de hoje, trabalhadores da educação atenderam o chamado do SINDSERM e fizeram a primeira assembleia do ano, no Teatro de Arena. Entre os pontos de pauta, foi debatido as precárias condições de trabalho e a falta do adicional de insalubridade das trabalhadoras das cozinhas das escolas e Cmeis (merendeiras) e das zeladoras e a categoria aprovou uma campanha de denúncia com relação a isso e uma maior cobrança da gestão.

Além disso, também foi aprovado que o Sindicato continue acompanhando a pauta das horas-extras dos agentes de portaria. O procedimento agora é armar uma luta pela incorporação das horas-extras no vencimento, como uma gratificação especifica, assim como aconteceu com os agentes de transito da Strans.

Elegemos uma comissão para acompanhar e debater a questão da reformulação do Plano de Cargos Carreira e Salário do Magistério, levando em consideração que esse é o instrumento capaz de garantir os mínimos diretos da categoria. Ainda aprovamos um representante da Direção do SINDSERM para acompanhar a construção do Edital para Eleição de Direção de Escolas e Cmeis, que já deveria ter ocorrido, mas foi adiada pelo PMT, com uma justificativa nada aceitável.

Incorporamos ainda ao calendário de lutas da categoria, os dias de paralisação nacional, como forma de dá uma resposta geral aos governos e patrões sobre os mais diversos ataques que a classe trabalhadora vem sofrendo.  A paralisação está prevista para acontecer nos dias 15, 16 e 17 de março.

Por fim, ao termino do debate, o professor e ex. diretor do SINDSERM, Gervário Santos, pediu um acréscimo na pauta para explicar sua atual situação funcional, diante de uma campanha de denúncias e inverdades que foi amplamente divulgada para a base da categoria, nas redes sociais e nos veículos de comunicação. Gervásio elucidou todas as dúvidas e ainda informou que o inquérito aberto contra ele, junto a Procuradoria Geral do Município foi arquivado, por falta de provas.



Seguiremos mobilizando as escolas e organizando a luta da categoria.

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