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Veja tabela do Magistério que Firmino (PSDB) quer aprovar na Câmara em fevereiro

      O SINDSERM teve acesso, na Câmara Municipal de Teresina, à mensagem de reajuste de 8,32% linear nos vencimentos, GID e GIO do magistério municipal, retroativo a janeiro de 2014. O projeto será lido na primeira sessão da Câmara, que ocorrerá em 04 de fevereiro, e não contempla GEZOR (zona rural) nem GIT (Intraturno). Também não há proposta do executivo para alteração nos percentuais da titulação.
        A Prefeitura de Teresina tem capacidade de conceder um  reajuste superior, inclusive, aos 19% que já vinha sendo anunciado e foi reduzido pelo Governo Dilma(PT). O projeto enviado por Firmino Filho (PSDB) é mais um desrespeito à categoria e terá a resposta na Assembleia Geral do dia 06 de fevereiro, caso não haja negociação para modificar  o projeto.
         APRESENTAMOS AQUI DUAS TABELAS. A QUE SE ENCONTRA EM CIMA É A TABELA ATUAL E A QUE ESTÁ LOGO ABAIXO É A PROJEÇÃO DA TABELA COM A APLICAÇÃO DO RIDÍCULO REAJUSTE DE 8,32%.

Comentários

  1. SALÁRIO DOS PROFESSORES: POR QUE INSISTEM EM PAGAR APENAS O MÍNIMO?
    Os dados do Governo Federal em repasses públicos através do FUNDEB mostram uma realidade de conforto financeiro na Prefeitura de Teresina com o saldo positivo aproximado em 15 milhões, podemos ver isso no portal da transparência pública da própria prefeitura veja:
    http://transparencia.teresina.pi.gov.br/upload/Consulta_20141108403497284.pdf, e nos repasses do Governo Federal consulta referente ao mês de Janeiro de 2014: http://www3.tesouro.gov.br/estados_municipios/municipios_novosite.asp, lá pode-se notar que as verbas federais são mais do que o suficiente para a prefeitura elevar o piso dos professores em até 70% sem comprometimento do financeiro da prefeitura.
    A Lei nº 11.738, de 16/7/2008, define um valor mínimo para que seja pago aos professores, uma salário digno à sobrevivência, com ajustes anuais da inflação, bem como a realidade dos profissionais em educação.
    Em 2014 o próprio Governo Federal rebaixou esse Piso, pois ele mesmo havia apontada uma realidade Próxima aos 20% e, até anunciou através de Portaria do MEC, quando foi em última hora atendendo uma “necessidade” dos governos estaduais e municipais, rebaixou o piso para aproximados míseros 8,5%, isso apenas por se tratar de ano eleitoral, situação em que a presidente necessita do apoio desses medíocres governantes da coisa pública.
    Enquanto isso, a coisa mais ajuizada a se fazer era olhar para o problema da educação e colocá-la em prioridade, não apenas melhorando salários de professores, mas investindo em qualidade educacional, da educação básica às universidades, não apenas distribuindo Bolsas, para estudantes carentes, porque no momento o que se precisa não são dessas bolsas é de um processo de alfabetização ampla, em que todos os participantes desse processo sejam capazes de melhorar a si próprio e o seu meio.
    Com o programa de Bolsas, mascara-se a realidade da Educação Básica e transfere-se para a Educação Superior. Enquanto nosso “governantes” insistirem em “costurar lençóis” velhos, nossa “cultura” sempre estará sujeito ao fracasso e, agora sim, fala-se de competência em relação ao mundo, nossos índices ainda irão caminhar a passos lentos por muitos séculos, pois nosso sistema de governar é a mediocridade e o interesse de grupos é superior ao da coletividade, coisa que a constituição de 1988 havia previsto que deveria ter fim, deveria penas.


    MAIS UMA CURIOSIDADE NA RECEITA DA PREFEITURA – VALOR GLOBAL
    55,222,499.73 repasses Gov. Federal
    12,606,593.91 despesas mensais - PMT
    42,615,905.82 saldo Para fazer o que quiser

    Não é porque tem a melhor proposta que um prefeito vence uma eleição, é porque tem a maior ganância.




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