II PLENÁRIA DE MULHERES DO SINDSERM CONTRA A EXPLORAÇAO E A OPRESSÃO, nesta sexta, 28 , à 8h , no auditório do IFPI centro


Servidoras Municipais na luta por:
Creches e berçários para as mães trabalhadoras!
Ampliação da licença maternidade!
Escolas públicas e integrais de qualidade!
Restaurantes Coletivos!
Tratamento digno e salários decentes ás aposentadas(os)!
Reajuste    real de salários,piso do Dieese!
Respeito á lei do piso ,abaixo o golpe dos governos!
Implantação e pagamento do reatroativo dos níveis!
Fim do assedio moral!
Planos de carreiras decente !
Fim do assédio moral!
Devolução dos descontos nos salários dos servidores!
Redução da Jornada de Trabalho!
Previdência Pública,Direito á aposentadoria e Licenças!
Atendimento integral a Saúde da Mulher !
Saúde Pública e de qualidade!
Descriminalização do aborto!
 Fim da Criminalização da s lutas das mulheres!

A mulher, não obstante todas as leis libertadoras, continua uma escrava doméstica, porque é oprimida, sufocada, embrutecida, humilhada pela mesquinha economia doméstica, que a prende à cozinha, aos filhos e lhe consome as forças num trabalho bestialmente improdutivo, mesquinho, enervante, que embrutece e oprime. A verdadeira emancipação da mulher, o verdadeiro comunismo, só começará onde e quando comece a luta das massas (dirigida pelo proletariado, que detém o poder do Estado), contra a pequena economia doméstica ou melhor, onde comece a transformação em massa dessa economia na grande economia socialista.

(Lênin)
Desde o surgimento da sociedade dividida em classes, as mulheres foram confinadas no âmbito privado (doméstico e familiar) e os homens no âmbito público.As mulheres, hoje, já participam no âmbito público do trabalho produtivo, da atividade política ,junto com os homens, mas continuam no âmbito privado,aí as alterações são poucas e lentas, constituindo a dupla jornada trabalho
Muitos se fala nos avanços em relação à participação das mulheres na vida econômica,social e política,porém todas as pesquisas,inclusive os dados das últimas Pnad (Pesquisa Nacional de Amostragem Familiar) mostram que as mulheres participam cada vez mais do mundo do trabalho,porém verificamos que a força de trabalho feminina sofre ,ainda mais, com os baixos salários,perda de direitos ,precarização,terceirização e assédio moral e sexual 

Convivemos com a falta de proteção á mãe trabalhadora não há creches,berçários,lavanderias e restaurantes públicos que libertem a mulher da tripla jornada.Historicamente os salários pago ás mulheres são inferiores á massa salarial paga aos trabalhadores homens.
É preciso uma nova organização entre a vida privada e o mundo do trabalho, político, cultural e ideológico para que se possa preservar o direito de ambos os sexos de usufruir ambos os mundos, do trabalho produtivo e reprodutivo,sem sacrifícios individuais. A valorização da vida privada não deve ser responsabilidade só das mulheres, mas um desafio de todas(os)


A participação das mulheres brasileiras na vida política ainda é bastante limitada ,a inserção delas no mundo do trabalho vem acompanhada de características ,como a precarização,terceirização,salários desiguais ,em relação aos homens,maternidade insegura. A desigualdade salarial ocorre fundamentalmente porque o trabalho das mulheres ainda hoje é visto como transitório e auxiliar ao dos homens



Há sub-representação das mulheres em todos os espaços de poder. Os homens são hegemônicos nos espaços institucionais, nos partidos políticos e nos movimentos sociais. E mesmo quando as mulheres são majoritárias, o poder é hegemonizado pelos homens.
Hoje se fala em empoderamento das mulheres,mas na realidade tenta-se criar a ilusão que as mulheres chegaram ao poder, mas o que temos no governo Dilma são medidas restritivas aos direitos reprodutivos das mulheres, o crescimento de ataques de setores fundamentalistas contra as mulheres,a criminalização das mulheres que lutam,o confinamento de mulheres em favelas e regiões pobres,cercadas por milícias e polícias de extermínio.

Os orçamentos para setores ,como saúde,expansão de escolas,construções de creches e berçários são escassos ,em detrimento de ajuda a banqueiros e para o superávit fiscal. Carreiras,como o magistério,com forte presença feminina sofrem fortes ataques do governo Dilma e dos governos estaduais e municipais ,prova disso é a lei do Piso,duramente atacada e ameaçada de flexibilização.
È necessário fortalecer as lutas em defesa dos direitos das mulheres.Os sindicatos devem valorizar as questões específicas das mulheres trabalhadoras ,inclusive,criando e valorizando espaços de debates sobre estes temas,assim como fazer forte campanha contra o assédio moral,a luta por creches,o funcionamento adequado de juizados,delegacias da mulher e casas abrigos,aliar a lutar anti capitalista à luta contra a opressão, o machismo e a tripla jornada.

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