Justiça determina retorno dos(as) professores(as) à E.M.José Carlos

Essa é mais uma vitória da greve da educação municipal.

Professores(as) da E.M. José Carlos na Assembleia de hoje, 17

Ontem, 16 de outubro, sai o resultado do mandado de segurança impetrado pela assessoria jurídica do SINDSERM exigindo o retorno imediato dos(as) seis professores(as) que haviam sido removidos(as) ilegalmente da E.M. José Carlos pelo truculento secretário de educação Kleber Montezuma, o “Monstrezuma” . A justiça foi feita e mostrou quem estava com a verdade. ABAIXO A DITADURA FIRMINO FILHO(PSDB)! FORA MONTEZUMA!

Para a professora Carla Cristiane essa vitória serviu para reconquista do respeito que foi covardemente ferido. “Estamos revigorados com a decisão e fortaleceu ainda mais o espírito de luta e a união dos professores. Pra que sirva de lição para quem vive de perseguição contra os servidores, e que fique claro que não vamos admitir atos como esse”, explica.  

Lindalva Maciel, outra professora que foi removida pelo secretário diz que essa vitória serviu para fortalecer ainda mais nossa luta contra as arbitrariedades do “Monstro” e mostra a receita para combater os atos ditatoriais da gestão tucana. “Essa vitória foi resultado da união entre os professores da escola, comunidade e sindicato. Isso só nos faz acreditar ainda mais na luta”.

Panfletagem em frente à escola J.C
Entenda o caso

No início da greve da educação municipal seis professores da escola Municipal José Carlos encaminharam um documento pedido melhorias para a referida unidade de ensino. Em resposta, o secretário “Monstrezuma” removeu ilegalmente os seis professores, para localidades distantes, por pura perseguição política.

Ato em frente à escola


Nesse sentido foram tomadas medidas jurídicas (Mandado de Segurança garantindo o retorno) e políticas, como diversos atos em frente à escola, com o objetivo de informar à comunidade do Real Copagre, a situação e denunciando que esse é estilo de administrar dos tucanos, ou seja, ditatorial. E avisamos que agora esse seria mais um ponto de pauta da greve da educação municipal que hoje completa 21 dias.
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Por Márcio Carvalho

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